Nova ação do Conte até 10!

Professores Rubens e Andréia em momento de leitura do conto "Contrato Suicida".
No intuito de disseminar concepções a respeito da cultura da paz na escola, os professores Rubens Martins e Andréia Nascimento promoveram mais uma ação do projeto "Conte até 10". As atividades foram sistematizadas com os alunos por meio do estudo do conto "Contrato Suicida" de autoria do professor Orestes Branquinho. 
O conto foi escolhido para o debate pelos em alunos em razão de sua narrativa aliar-se a tema "vida e morte", instituído pelo projeto.
As fotos abaixo evidenciam a dinâmica da atividade, que segundo depoimento dos estudante ofereceu momentos de reflexões a respeito do comportamento dos adolescentes e jovens nas questões ligadas ao envolvimento com o direito do outro, do próximo.
Segundo o professor Rubens Martins, o projeto "Conte até 10" tem a intenção de que as relações interpessoais vividas na escola sejam sustentadas por atos de respeito e de cuidado. Valorizar a vida, inclusive pela não ingestão de bebidas alcoólicas, pelo não uso de drogas lícitas e ilícitas é um dos objetivos da escola, pois os espaços de estudos devem conduzir os estudantes a caminhos de reflexão para, jamais, serem afetados por quaisquer produtos que interrompam, precocemente, a vida.
Vida sim! Morte, jamais.

Divulgação de informações do projeto "conte até 10".


Alunos acompanhando leitura do conto "Contrato Suicida".

Alunos acompanhando leitura do conto "Contrato Suicida".

Socialização de leitura.

Alunos acompanhando leitura do conto "Contrato Suicida".

Alunos acompanhando leitura do conto "Contrato Suicida".

Aluna especial participando de atividades de leitura.
Cumprindo o calendário de atividades escolares, o professor Rubens Martins, na condição de coordenador de programas e projetos do Colégio Adolfo articulou a culminância do Projeto Conte Até 10 com a participação dos alunos do ensino e do escritor Orestes Branquinho Filho.

O relato abaixo foi produzido por uma aluna do PIBID, que acompanha o projeto na escola. Eis o texto:

A aula de hoje, dia 28/05/2015, terá continuidade com o projeto Conte até 10 com tema “Vida e Morte” e a continuação com o Conto Contrato Suicida, do autor Orestes Branquinho, aonde o mesmo encontra-se presente para falar de sua obra e também de seus trabalhos de escritor.
Inicialmente, o professor Rubens Martins, faz uma introdução, fazendo comentários do seu projeto conte até 10, e dos temas que serão apresentados no conto do autor Orestes Branquinho, ressaltando a presença da coordenadora do PIBID Eleuda de Carvalho. Em seguida, Rubens passa a palavra para a professora Andréia Nascimento, aonde a mesma agradece a presença de Eleuda de Carvalho, e também de Orestes Branquinho.
Logo após, Andréia convida a frente uma aluna do 1º ano de nome Ana Carolina, aonde a mesma faz a leitura de um poema, com base em fatos por ela presenciados e sendo inspirado no conto Contrato suicida o qual foi trabalhado em aulas anteriores. Assim seguiram com as apresentações, ressaltando a produção de um cordel feito pelo aluno César do 1º ano, sendo todas estas produções com base na obra do autor. Tivemos também uma pequena encenação, de um fragmento da obra sendo apresentados pelos alunos Jeferson e Prislean do 1º ano b.
Em seguida foi convidada a frente, Orestes Branquinho, aonde o mesmo fala um pouco de sua família, cidade a qual nasceu sendo em Brasília, e de sua vinda ao Tocantins. Orestes em seguida, nos apresenta alguns livros sendo uns de sua autoria e outro de vários escritores, realizando leitura e comentando a cerca desses autores.
Orestes finaliza a sua fala, passando agora para a coordenadora do PIBID Eleuda de Carvalho, na oportunidade, a mesma também fala de sua trajetória, de sua carreira como jornalista e agora como professora de Literatura Brasileira na UFT. E após a finalização da fala de Eleuda, dar-se início as perguntas a Orestes a cerca de sua obra.
A primeira pergunta é feita por Rubens Martins, questionando sobre a veracidade do conto Contrato Suicida, aonde Orestes responde que grande parte da história é verídica, e que os nomes dos personagens são fictícios. Orestes fala que o conto teve início a partir de uma reportagem que o mesmo viu na TV, e partir de um relato de um policial que foi quem trouxe os corpos da cidade de Palmeirante até  a cidade de Araguaína  e então Orestes começou a colher informações para a sua produção, respondendo a pergunta de um aluno que levou quase seis meses para a finalização do mesmo.
A aula termina com os parabéns dos professores que participaram da aula.























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